Associação dos Canoeiros do Rio Mogi Guaçu de Porto Ferreira, fundada em 16 de maio de 1997, através de uma Assembléia Geral constituída de pessoas interessadas em criar um movimento em favor à proteção do rio Mogi Guaçu, formalizou-se então em uma entidade que se destina a promover a recreação, o esporte, à filantropia, a cultura, e a defesa do Meio Ambiente, principalmente a do Rio Mogi Guaçu. Essa associação não tem fins lucrativos e o prazo de duração é por tempo indeterminado, conforme prevê seu Estatuto. Teve como primeiro presidente o Sr. Luiz Gonzaga de Carvalho, atualmente está no mandato a sexta diretoria executiva, tendo como presidente, Henrique Ribaldo Filho.

Sua sede está localizada a Av. Ângelo Ramos nº 463, inserida na área de Lazer João Inácio Ferreira, Porto Ferreira, margem esquerda do rio Mogi.

Em 25 de março de 1999, através da lei municipal nº 2115/99, a Associação dos Canoeiros foi declarada de Utilidade Pública Municipal. Atualmente é membro titular do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mogi Guaçu CBH - MOGI. Com o projeto intitulado Conhecer para Valorizar vem desenvolvendo várias atividades e campanhas de valorização do Rio Mogi Guaçu, principalmente junto à população ferreirense, contando com o apoio de pessoas, empresários locais, e de outras entidades de preservação ao meio ambiente, entre elas o Grupo Viva o Mogi, de Cachoeira de Emas, Pirassununga, interligada ao Centro de Pesquisa de Peixes Tropicais-CEPTA/IBAMA.

Dentre as atividades desenvolvidas, destacam-se: as procissões fluviais, em Louvor à São Pedro e à Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil visita à nascente do Rio Mogi em Bom repouso MG; passeios de barcos até a balsa localizada no Distrito de Santa Eudóxia, Município de São Carlos; campanha de conscientização de valorizar o Rio Mogi Guaçu em não jogar lixo no rio; limpeza de suas margens; atividades de pescaria como os pesque e solte; corridas náuticas; plantio de árvores na faixa de preservação permanente; readequação da sede; construção de rampa de acesso das embarcações ao rio.

Fonte: Sérgio Aparecido Antonini